domingo, 31 de março de 2013

Dinâmicas - Renovação Espiritual

Dinâmicas - Renovação Espiritual:




DINÂMICA - RETRATO FALADO

A ÁRVORE GENEROSA

A ÁRVORE GENEROSA:

Atividade - Renovação do Espírito

Atividade - Renovação do Espírito:



Que bela Oração! - Dr. Sergio Felipe de Oliveira‏

Que bela Oração! - Dr. Sergio Felipe de Oliveira‏:

Que bela oração proferida por Dr. Sergio Felipe de Oliveira,
faz bem a nossa alma

Conheça pessoas que foram tidas como mortas e conheceram o outro lado da vida‏

Conheça pessoas que foram tidas como mortas e conheceram o outro lado da vida‏:

Conheça pessoas que foram tidas como mortas e conheceram
o outro lado da vida




O mistério das experiências de quase morte. Quando uma pessoa entra em coma profundo e consegue se ver de fora do corpo, encontra parentes e vê uma luz no fim do túnel. Um cientista americano duvidou desses acontecimentos a vida inteira, mas depois de passar por uma experiência assim ele não tem mais dúvidas e escreve um livro onde conta que as experiências de quase morte são uma realidade.



         


Sinal espírita.

Sinal espírita.:
Quando a pessoa
entrou no Espiritismo, é fácil verificar: basta perquirir um fichário ou
escutar uma indicação. Entretanto, a fim de positivar se o Espiritismo entrou
na pessoa, é indispensável que a própria criatura faça menção disso, através de
manifestações evidentes.



Vejamos dez das inequívocas expressões do sinal espírita na individualidade,
que sempre se representa pelo designativo "mais", nos domínios do
bem:

mais serviço espontâneo e desinteressado aos semelhantes;

mais empenho no estudo;

mais noção de responsabilidade;

mais zelo na obrigação;

mais respeito pelos problemas dos outros;

mais devotamento à verdade;

mais cultivo de compaixão;

mais equilíbrio nas atitudes;

mais brandura na conversa;

mais exercício de paciência.

Ser espírita de nome, perante o mundo, decerto que já significa trazer legenda
honrosa e encorajadora na personalidade, mas, para que a criatura seja
espírita, à frente dos Bons Espíritos, é necessário apresentar o sinal espírita
da renovação interior, que, ante a Vida Maior, tem a importância que se confere
na Terra às prerrogativas de um passaporte ou ao valor de uma certidão.


PERDÃO - Perguntas e respostas com Richard Simonetti

PERDÃO - Perguntas e respostas com Richard Simonetti:


1 – Um dos temas preferidos de Jesus é o perdão. Em inúmeras passagensevangélicas o recomenda. Onde fica a justiça?
A justiça é assunto de Deus. O perdão é necessidade nossa. Não fazemos nenhumfavor ao perdoar o ofensor.  A mágoa, o ressentimento, o rancor, o ódio, corroem nossas entranhas. Se perdoamos, ficamos livres.
2 – Deus perdoa?

Está superado o Jeová, o Deus implacável da tradição mosaica, disposto a vingar-se até a quarta geração daqueles que o aborreciam. Jesus nos mostra o Deus Pai, de infinito amor e misericórdia, sempre pronto a relevar nossas impertinências. Ocorre que o Senhor nos programou para o Bem, de tal forma que quando nos comprometemos com o mal é como se nos agredíssemos, colhendo desajustes e dores que reajustam nossas emoções e corrigem nossos rumos.
3  – Por isso Jesus diz, na cruz, que seus ofensores não sabiam o que estavam fazendo?
O envolvimento com o mal, quando levamos prejuízos ao semelhante, tem consequências danosas para nós. Se as pudéssemos avaliar em toda sua extensão haveríamos de cortar a própria mão antes de agredir alguém, ou a própria língua,antes de nos comprometermos na injúria.
4 – Considerando que o ofendido é uma vítima, não tem o direito de sentir-se magoado e ressentido?
Sem dúvida, mas não é conveniente. Mágoas, rancores, ressentimentos, são desajustantes. Perturbam os mecanismos imunológicos e favorecem a evolução de doenças graves, como o câncer.
5 – E quando a pessoa diz: “perdoo, mas nunca mais lhe dirigirei a palavra?”
Não perdoou. Apenas emitiu uma sentença condenatória. O desafeto pode até gostar, mas não é conveniente, principalmente quando essa situação surge no relacionamento familiar. Quando pais e filhos, marido e mulher, castigam-se mutuamente com o mutismo, a afetividade, a alegria e o bem-estar vão embora.
6  – Perdoar talvez não seja difícil; o problema é esquecer… esquecer, apenas cultiva a volúpia da mágoa. E cada vez que lembra o mal que lhe fizeram, exercitando a vocação para vítima, sofre tudo outra vez. É como jogar ácido num ferimento, ao invés de curá-lo com cicatrizante.
7 – Isso significa que esquecer os prejuízos que nos causaram é o mínimo que podemos fazer em favor de nossa própria estabilidade?
Exatamente. Se os ofensores não sabem o que fazem, algo semelhante ocorre com os que não perdoam. Não têm idéia dos desajustes e sofrimentos a que se submetem, não pelo mal que lhes fizeram, mas pelo mal que estão fazendo a si mesmos.
8 – Qual a atitude mais razoável, diante das ofensas?
Não ter que perdoar. Basta que cultivemos a compreensão. Quem compreende jamais se sente ofendido. Com ela aprendemos que cada pessoa está numa faixa de evolução, de entendimento. Não podemos exigir que  mais do que tem. E ninguém é intrinsecamente mau. Somos todos filhos de Deus